Thursday, 19 June 2014

Wednesday, 7 May 2014

Fáz hoje um ano que o leãozinho começou a existir na minha barriga... :)

e amanhã faz 3 meses que o Josué nasceu.
o tempo voa... :) 

Friday, 7 February 2014

Thursday, 6 February 2014

My dutch belly bike :p

David de Gadyt, um poema para o nosso bebé :)

J á me dá pontapés sem nunca abrandar
O que me dói a valer... não estou a brincar.
S ossega também quando já são horas de dormir
U sando cada descanso para aqui ficar e não sair.
E agora que o Josué já está quase a nos conhecer
D á-me mais pontapés para dele não me esquecer.
E spero é que ele seja meigo quando chegar a hora
G anhando espaço devagar para gentilmente se pôr de fora.
A pós tantos pontapés, estou a sentir-me um pouco cansada
D ai ter de acabar e dar um bom fim a esta palavreada.
Y a, já sei o que fazer para resolver este meu dilema:
T ermino a ler as primeiras letras dos versos deste poema.

Saturday, 23 November 2013

tenho saudades...

tenho saudades de escrever, de dizer mais coisas, de contar histórias e ter inspiração.
tenho saudades de momentos, de atitudes, de memórias e de viver o que não estou à espera.
tenho saudades das saudades, de alguns sentimentos, de preocupações e de ler livros velhos.
tenho saudades de sonhar, de dormir sem hora para acordar, de andar a correr e até de caminhar lento demais.
tenho saudades de cores, de frutos, de cheiros misturados, de paisagens grandes e de muitos sítios onde estive, estou e "talvez um dia" estarei.
tenho saudades de pessoas, de cães e pássaros, de músicas que não deixo de gostar, de gente que nem conheci, e até de algo que nem existe.
tenho saudades de dias que já passaram, de hoje, e de amanhã também... até do depois de amanhã tenho saudades.
tenho saudades de bueda cenas, de bueda imaginações, de ideias sem explicação.
tenho saudades apenas, tenho saudades demais... acho eu.

Tuesday, 17 September 2013

A Inês, O David... e o Pilinhas :)

queria um coração do tamanho do mundo, para que o mundo pudesse caber lá dentro... :)

Friday, 5 July 2013

Thursday, 4 July 2013

zeee zeee

gostava de ser original e fugir desta realidade submersa. inventar um sem número de mundos a girar à volta de uma mosca perdida a fazer zeeeee enquanto chateia pessoas chatas que fofocam sobre o tubarão que atacou a cenoura que tentava andar a pé coxinho num fio de malabarismo de um circo voador. um circo a preto e branco, sem palhaços nem animais, apenas smarties de todas as cores a serem devorados por uma bebé gorda sentada numa nuvem a observar células sanguíneas a lutar entre si por um pedaço de oxigénio teimoso que se recusa a ser respirado por pulgas da praia. pulgas essas a gritar que adoram saltar enquanto fumam uma ao som duma guitarra tocada pelo pensamento do gorila julieta que sonha em ser um King Kong viajante e passear pelos sem número de mundos que não param de girar à volta da tal mosca que faz zeee zeee e incomoda pessoas chatas e fofoqueiras.

Tuesday, 21 May 2013

Era uma vez... um céu nublado.

Thursday, 11 April 2013

When we went... into the snow.

Brigada Luís :)

*José Pedro Nunes, Inês Antunes, David de Gadyt, Nikos Topsidis, Luís Costa.

Tuesday, 22 January 2013

Always think twice...

but never too much.

Wednesday, 28 November 2012

- son, what would you like to be when you grow up?
- I don´t want to grow up mum.
- why don't you want to grow up?
- cause I don't want to become an adult.
- and what's wrong with the adults?
- They don't grow up.

Wednesday, 2 May 2012

:)



nao sinto o que eles sentem
nem o que eles querem que eu sinta
mas sinto que se nao sentir o que sinto
sinto-me perdida
sem sentir, sem-me deixar sentir.
por isso vou sentir
sentir aquilo que sinto
aquilo que quero sentir
sem me sentir mal por sentir assim.

... se depois outros sentirem algo errado quanto ao que sinto
entao eu sinto muito... por eles
sem sentir por mim.

Tuesday, 27 March 2012

quem vai julga o que teve de ficar
quem fica julga o que teve de partir
mas pior é quem não tem quem julgar
ou sequer saudade para sentir...

Monday, 26 March 2012

meia adormecida... meia acordada... com a lua, vénus e jupiter...

Hoje tive uma espécie de sonho
ou talvez uma espécie de realidade
ou até um sonho que se tornou realidade...
algo que nunca sonhei, mas que foi um sonho...
um sonho não sonhado, tornado realidade.

foi um sonho curto, uma realidade breve
passado numa noite londrina, numa primavera recém chegada.

não estava frio, nem calor... e se esteve algum deles, eu não senti nenhum.

só senti passos, os meus, num passeio levantado por raízes de árvores e percorrido por pétalas brancas caídas das mesmas.

eu caminhava... de mochila ás costas, mapa na mão, e pensamentos na cabeça.

não estava perdida, mas também não sabia bem o caminho... só sabia que teria de andar em frente
sempre em frente
e que algures ao pé de uma cabina telefónica teria de virar à esquerda.

contudo, o meu trajecto imperfeito agravou-se quando descobri uma rua fechada, cujas alternativas destruíam o meu mapa rabiscado.
havia polícias, carros com luzes intermitentes, uma casa invadida, guardas a sair, outros a entrar.
não havia exaltação nem gritos, apenas alguém a ser puxado pelos pulsos algemados nas costas, e alguns poucos curiosos a tentar descobrir o final da história

não me esperei muito ali...
tive medo... medo de um mapa arruinado, de um caminho agora incerto, e de uma confusão abafada rodeando aquela casa ilegal.

dei a volta pela direita, apressada, na esperança de encontrar mais adiante a continuação da rua, daquele mapa improvisado...
não sei bem se a encontrei, a rua...pois àquela juntavam-se outras, inundadas por mais e mais ruas que por sua vez dariam para outras tantas... sem fim definido, sem orientação.

continuei...
ainda meio perdida, não sei se no caminho, se em ideias erradas e preocupadas, algumas inseguras, outras interrogativas, outras apenas pensativas.
mas todas procurando soluções, todas desviando-me do redor, baixando a minha cabeça, focando o meu olhar no chão.

continuei a continuar
ouvindo os meus passos, a minha mente
...
...
até que, entre passos, ideias, raízes e outras pétalas no chão
fui acordada por alguém que chamou, não sei bem se por mim, se por alguém ao meu lado que eu não notara.

não havia ninguém perto, era a mim que aquela voz meiga, entusiasmada, se dirigia:

"hey darling see there, how beautiful it is... isn't it beautiful?"

eu olhei, desorientada, ainda a perceber o que se estava a passar...

era um senhor velhinho, bem velhinho, talvez na casa dos 70 ou 80... de olhos ora focados em mim, ora no céu.

levava um saco de papel na mão, talvez com pão, talvez com outra coisa qualquer.
usava uma boina tapando a careca mal escondida, a barba por fazer e um ar deslumbrado.
deslumbrado com a noite, com a lua meia nova, meia crescente, e com duas estrelas no seu encalço, orgulhosas.

olhei com ele para a paisagem.

era linda de facto, tão linda...
como pude esquecer de a olhar?

a lua sorria, com lábios finos, brilhando tão ou mais que as duas estrelas.
quanto ao céu, esse era de um azul escuro limpo, maravilhoso, iluminado pelas luzes da cidade.
já eu sorri também... ao velho... à paisagem...
olhando-a agora sem a esquecer...

ele olhou para mim esperando reacção...
como se o tivesse dito por saber que eu precisava daquele sonho, daquela realidade,
daquele sonho tornado realidade,
daquele algo que nunca sonhei, mas que é um sonho...
um sonho não sonhado, mas que se tornou real.

"it is beautiful, it's so beautiful", respondi espontâneamente
sem controlar a fala, o olhar e os sentimentos naquela imagem.

"indeed darling, it is beautiful. walk safe home my love"
e continuou, sem mim, mas comigo.

(fiquei parada, paralisada, um pouco desorientada, enquanto ele continuou a andar,
de costas voltadas, de saco na mão, com a boina tapando a careca mal escondida.
quis gravar aquele momento sem saber como, sem conseguir reagir...
e quando decidi tentar vê-lo, memorizá-lo uma última vez, ele já ia longe
com a lua no seu topo, e as estrelas a brilhar, orgulhosas do luar, ou dele talvez...)

Sunday, 18 March 2012

Monday, 12 March 2012

num sitio onde o tempo não passa...

e apenas vai com as ondas... :)


Noordwijk :)

Sunday, 11 March 2012

ser eu... seja eu quem for...

gostava de ser livre
para continuar a aprender, para ser eu

gostava de sorrir
para ser feliz comigo, com os outros, para ser eu

gostava de saber voar
para sentir o vento, a praia, as gaivotas... e ser eu

gostava de fechar os olhos
para sonhar, sentir, rir... e ser eu

gostava de correr sem limites
para adormecer descansada, sem problemas... e ser eu

gostava de ser a natureza
e percorrer montanhas, lagos, vales... e ser eu

gostava de ser o mar e a água
nadar na areia, com as conchas, as ondas... e ser eu.

gostava de ser sempre eu, e sê-lo sempre
para me ver, e nunca me esquecer de quem sou... eu.

Friday, 2 March 2012

Sunday, 26 February 2012

it´s all about following your heart... without ever losing your mind...

Monday, 6 February 2012

se eu pudesse não tinha insónias
e dormia numa praia
na minha areia.
ou adormecia numa floresta
junto da montanha.

faria-o de olhos fechados
de coração aberto
respirando fundo.

e deixar-me-ia levar...
na leveza da brisa
no verde e no azul
num sonho que as insónias não me deixam ter.
The best thing one can do is to always learn with his/her own mistakes...
but the worst one can have is the ability to constantly invent new ones.

Tuesday, 24 January 2012

Friday, 23 December 2011

O segredo não está em mudar, mas em melhorar...
melhorar pelo que vale a pena
por quem vale a pena
por nós

melhorar sem pena, porque vale a pena...
sem pena de nada
de ninguém
ou de nós.

Connecting to a disconnection...

i.e, to the nowhere in the middle of nowhere. :)

Friday, 28 October 2011

stillborn child, everything is fine...

Torgny - Big Day

o que mais gosto...

...é de pensar que hoje já é sexta, e que amanhã vou passar a manhã na ronha, sem horas para chegar. Que vou levantar-me quando der para levantar, fazer xixi, voltar pá cama, não adormecer, fechar os olhos com o sol a espreitar pela janela, abri-los outra vez, dar uma corrida por ai, à volta de leiden, passar um seculo a alongar, demorar 2 horas a vestir-me, comer cereais lá pela hora do almoço, dar uma volta no mercado de mão dada, comprar uvas e pimentos com o ceu limpo, matar a fome na esplanada do barco-café, ler dois capitulos, queimar a lingua com o chá, conversar, não conversar, passear no parque, olhar po canal, conversar mais, comprar um cachecol, combinar um jantar, biclar de volta para casa (ou caminhar), ouvir a guitarra do david, ouvi-lo a dar-me na cabeça porque eu deixei o copo ali ou o livro algures, rabujar de volta para ele, sentar-me ao pé dele no sofá, ver o dia adormecer, comer outra vez, ir ter com o pessoal e beber um copo, ou não ir e ficar por casa a ver um filme, ler mais um bocado (ou mais um bocadinho), lavar a loiça (não gosto), falar com a mãe, falar com o pai, cuscar no facebook, falar mal daquilo, falar bem de acoloutro, queixar-me do papel para reciclar estar no saco do plástico, ouvir um "não fui eu!", e voltar com a lua para a cama, pa depois acordar tarde outra vez, com o sol a espreitar pela janela, a pensar que "Chiça, já é domingo".

Wednesday, 26 October 2011

um dia, uma vida...

Hoje o dia acordou cedo, pois logo após nascer a berrar, dediquei o pequeno almoço mais a crescer e a aprender com os erros do que propriamente a comer os cereais que a minha mãe me preparou.
Acabei agora de ter uns quantos desgostos de amor e algumas quedas de bicicleta, mas não faz mal... ainda deu pa brincar ás escondidas, andar à bulha com o meu irmão e terminar a universidade a horas convenientes.
Quanto a planos pá tarde, depois de ir pa borga com os amigos e de levar uma descasca do meu pai por chegar tarde, vou jogar futebol e voltar a apaixonar-me.
Se me organizar bem, conto ainda plantar uma árvore logo a seguir a escrever um livro. E se sobrar tempo ainda tenho um filho antes de anoitecer.
A única seca do dia vai ser lá pela altura do lanche, onde vou ter de perder algum tempo a ouvir políticos, tratar de contas, aturar médicos, lidar com algumas dúvidas aqui e ali e sofrer as comuns tristezas do dia-a-dia. Mas enfim, o que importa é que a vida é um dia e hoje é para o aproveitar.
Por isso, com a vossa licença, vou-me retirar, pois ainda tenho de ir ali dar uma volta ao Mundo antes do almoço e voltar ainda mais motivada para viver.
No meio disto tudo a ver É se não me esqueço de despachar o trabalho todo, senão o meu chefe começa a stressar e depois já sei como é: tenho de bulir até tarde e já não descanso feliz durante o jantar com a famelga, a fazer tudo o que planeei fazer antes da hora de ir dormir tranquila e concretizada, lá pela meia-noite.

Friday, 21 October 2011

Sunday, 2 October 2011

quando o tempo sorri

o tempo anda a sorrir agora...

muitas pessoas, muito sol, muitos barcos a atravessar os canais, bicicletas, mangas curtas, gelados, esplanadas, sandálias, chapéus, escaldões à camionista até...
as roupas no estendal secam rápido, a casa fica com um ar abafado, a praia é um dos muitos destinos para passear, as dunas também, é difícil adormecer com este calor, as aranhas, mosquitos e melgas invadem as casas, o verde das árvores e a cor das flores são ainda mais vivos e a vontade de ir trabalhar amanha é muito muito escassa (é sempre, mas amanhã ainda é mais diga-se de passagem).

dias como estes em outubro aqui ao lado do mar do norte vêm assim de surpresa, oferecidos por uma mudança de clima que des-divide o ano em diferentes estações, misturando-as ao calhas.
são dias inesperados, curtos, rápidos, tão rápidos que nem dá tempo para disfrutar. quando se ganha o embalo já é tarde demais para o aproveitar.

e pronto... são dias lindos, que deviam haver sempre.
mas raros também, tão raros que já nem estou habituada a vivê-los na holanda. é como se a minha cabeça já previsse o temporal que certamente virá amanhã ou depois com frio, nuvens e muito vento, e já não quisesse agora mergulhar no mar ou ter o sol a bater na testa, para não criar expectativas, para evitar uma disilusão.

mas enfim, há que aprender a não ouvir a cabeça também, e enquanto o meu instinto muito calmamente lhe diz to f*** off, eu muito educadamente vos digo: off I go!

:p

Saturday, 1 October 2011

don't do what I do...
don't even do what I say...
but please: do something!

Sunday, 7 August 2011

no dia 7, em agosto, na holanda, com um sol que não sabe fugir das nuvens......

e pronto...

no meu dia pingado, no meu dia abençoado...

:)

Saturday, 30 July 2011

Thursday, 21 July 2011

it is not about doing what is the best...

but more about doing the best you can. and if that is not enough, then it means it's not the best for you....

Sunday, 17 July 2011

Ontem uma senhora que limpa as escadas e os escritórios disse-me que eu tinha um bom coração... só porque lhe falo e sorrio quando a vejo.
SÓ POR ISSO, dá para acreditar?
O que se passa com este mundo em que as pessoas já nem se dão ao trabalho de cumprimentar alguém? Será que é porque não têm tempo? Será porque uns míseros 5/10 segundos lhes alteraria a agenda?
Acho que não, pois muitos deles pastam à frente de um computador enquanto agem como muito importantes, andando sem lá estarem, cumprimentando apenas quem lhes interessa. Interesse esse que não abrange, claro, quem dignamente limpa o que eles sujam. Porcos... bahhh!
Acho que cumprimentar e sorrir não tem a ver com ter bom coração, mas de certo que quem não o faz tem um coração que "bate mal"!!!

Sunday, 26 June 2011

where were we?

I guess in a place where the rivers play a melody together with the echo of the mountains... for the animals to dance, the birds to sing, and for us to feel the Inka nature while drinking Coca tea.

Peru :)